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Sobre

Feita para quem assina a peça.

IA jurídica para advogados trabalhistas: analise peças, cartões de ponto e holerites, consulte fontes e produza com mais segurança. Teste grátis.

O problema não é a falta de inteligência artificial no direito.

É a abundância de ferramentas que respondem com a mesma segurança quando acertam e quando erram. Para a maioria das profissões, uma resposta errada custa retrabalho. Para o advogado, custa preclusão, custa sanção e custa cliente.

A Nomos parte de uma inversão simples: em vez de esconder a incerteza para parecer competente, ela declara a incerteza para ser útil. O bloco de conferência ao final de cada resposta não é um aviso legal — é a parte que faz a ferramenta valer o uso, porque diz exatamente onde vale a pena gastar cinco minutos verificando.

O resto do produto segue da mesma lógica. O PDF que você anexa não fica guardado em servidor nenhum. O consumo é medido no servidor e registrado de forma que nem nós conseguimos reescrever. As garantias que a gente promete são as que dá para conferir.

Como isso aparece no produto

Toda afirmação carrega a fonte

Artigo, súmula, tema de repetitivo ou acórdão. Uma resposta jurídica sem referência é opinião, e opinião não se protocola. Quando o número exato não é seguro, a ferramenta descreve o instituto e diz que o número precisa ser conferido — em vez de inventar um com cara de certeza.

O que ela não sabe vem escrito

Toda saída termina declarando o que ficou incerto e como conferir: dado que foi suposto, entendimento que pode ter mudado, parâmetro estimado no cálculo. Um advogado que peticiona com citação inventada sofre sanção; um que sabe onde o dado está frágil se protege.

A conta é auditável linha a linha

Cada uso vira um lançamento imutável, com ferramenta, quantidade e horário. A contagem vem do provedor do modelo e é apurada no servidor — nunca por número enviado pelo navegador. Você confere a fatura registro a registro.

O que a Nomos não é

Não é escritório de advocacia e não presta consultoria jurídica. Não emite parecer, não assume posição em processo e não substitui o juízo técnico de quem está habilitado a assinar.

É instrumento de trabalho: lê os autos, organiza a informação, faz a conta e devolve no formato que o sistema do tribunal aceita. A decisão sobre o que fazer com isso continua sendo inteiramente sua — e é assim que deve ser.

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